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Agência de Jornalismo das periferias

Prefeitura de Mauá/ Divulgação

Por: Redação

Notícia

Publicado em 13.01.2026 | 16:31 | Alterado em 13.01.2026 | 16:31

Tempo de leitura: 2 min(s)

As mulheres de Mauá que foram vítimas de violência podem receber assistência social e psicológica, assessoria jurídica, atendimento de saúde e encaminhamento para cursos profissionalizantes, tudo gratuito. As ações fazem parte do programa ‘Viva Maria’, um serviço da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres da Prefeitura de Mauá.

Durante 2025, o Centro de Atenção à Mulher Viva Maria apoiou 617 mulheres que buscaram informações sobre a violência de gênero – delas, 296 optaram por dar andamento ao atendimento e 135 seguem com atendimento em janeiro de 2026.

Em 21 dos casos, a atitude dos parceiros fez com que as mulheres saíssem de casa e fossem encaminhadas para o Abrigo Municipal. O número chegou a cinco, já que algumas conseguiram retornar para casa em segurança, conquistar outra moradia ou se mudar de cidade.

Ainda no ano passado, as equipes do Viva Maria visitaram escolas, associações, empresas, comércio, igrejas e serviços públicos para falar sobre os atendimentos disponíveis, dialogando com ao menos 35 mil pessoas. Entre os temas abordados estão as formas de violência contra a mulher, que podem ser psicológica, moral, sexual, patrimonial, física e obstétrica.

Como funciona?

Os atendimentos às mulheres vítimas de violência ocorrem com apoio da Guarda Civil Municipal, por meio da Patrulha Maria da Penha. Os agentes da GCM fazem o acompanhamento das vítimas desde o momento da denúncia até a resolução da ocorrência. 

A equipe também administra o sistema conhecido como Botão Ana, em que mulheres com medidas protetivas em vigor podem avisar, por meio de um aplicativo de celular, sobre a aproximação do agressor. Assim, os agentes de segurança buscam o local da ocorrência para proteger a denunciante.

Além disso, o Sistema Único de Atenção à Mulher de Mauá (Suamm) também possibilita o suporte de outros serviços públicos, como as Polícias Civil e Militar, Ministério Público, Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/Mauá), Conselho Tutelar, Conselho Municipal da Mulher, Câmara de Vereadores, entre outros.

Para denunciar casos de violência contra a mulher, ligue para o 180.

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