De um lado, famílias inteiras em situação de insegurança alimentar. De outro, quilos e quilos de alimentos em bom estado sendo descartados. Para unir os dois elos dessa corrente, governos e organizações sociais criaram os chamados Bancos de Alimentos, equipamentos públicos ou privados, sem fins lucrativos, que atuam no combate a perdas de alimentos ao longo da cadeia de produção.
Os bancos captam, recebem, selecionam e distribuem alimentos vindos de diferentes fontes. Podem ser:
- Alimentos doados que estão dentro dos padrões comerciais;
- Legumes, frutas e verduras que, mesmo com propriedades nutricionais preservadas e seguros para consumo, não seguem padrões estéticos para serem vendidos e por isso seriam descartados.
Os bancos de alimentos podem ser de gestão pública, de responsabilidade das prefeituras e governos estaduais, ou privados, como a rede Mesa Brasil SESC. Eles estão inseridos em CEASAs (Centrais Estaduais de Abastecimento) e são geridos por organizações sociais.
Na Grande São Paulo existem 15 bancos atuantes, que distribuem alimentos gratuitamente para instituições parceiras cadastradas, como penitenciárias e organizações não governamentais, além de famílias em vulnerabilidade social. Osasco, na Grande São Paulo, possui dois bancos, mas apenas um doa alimentos direto para pessoas físicas. Para ter acesso, é preciso ir ao CRAS mais próximo e realizar um cadastro. Confira os endereços aqui.
Endereço: Av. Gal. Pedro Pinho, Pestana
Telefone: 3654-4585
Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Rede Brasileira de Banco de Alimentos e Banco de alimentos públicos de Osasco.

